Excertos


Meio Caminho


monólogos com nome de ninguém porque, ditos, podem ser de todos



sim, é uma espécie de segredo, que vou revelando aqui, para vós, enquanto o contruo num verdadeiro acto de paixão, improviso e dedicação.

Fragilidade


"Tenho medo, de um dia deixar que o cansaço me invada e me torne incapaz de lutar por nós, e que quando acordar dessa letargia, o meu conformismo nos tenha afastado, e nos tenhamos perdido um do outro, algures na realidade escondida por detrás do que vemos.
Não quero que esse medo me vença e me impeça de te conquistar, talvez por isso, precise de ti, aqui, comigo, prendendo-me a ti, irremediavelmente, mantendo minha alma alerta para o que somos."
talvez, um excerto...

Mar de pedra


"No dia em que nasceste conquistaste a alma de uma estrela com teu primeiro respirar de vida.
Nunca estiveste só, sempre acompanhado por um brilho que inunda tua existência e torna teu caminhar mais claro, mais luminoso.
Sei que, tantas vezes, te perdes num sonho acordado, de quem mais não sabe que viver sonhando, mas, ainda assim, és demasiado real, demasiado verdadeiro para seres, unicamente, alma de uma estrela.
Conheço-te a fome de sentir, a ânsia de viver, de sofrer, até, porque, tua humanidade supera-te... sei o quanto queres sentir na pele a força de um viver sem limites, sem contemplações e aprendi a deixar de temer por quem és, por teu caminhar despretencioso, sem medos, porque, no fim, entendi que doutra maneira não viverás, apenas passarás pela vida em permanente sonolência, numa tentativa vã de despertar de um sonâmbulismo imposto...
Pára-te o calor dos dias que te despertam para a inevitabilidade da solidão de um sonhador, porque tua alma, de si quente e forte não se conforma no alhear dos dias, preferes a indecisão de noites escuras e frias em que não tens que decidir quem és, apenas libertar-te de luz e tornar a realidade um lugar um pouco mais acolhedor...
Podes trazer contigo a alma de uma estrela mas não deixas de desejar mais além do céu, num voo suicída do que és, do que queres ser, do que queres do mundo e que tantas e tantas vezes te é negado e pelo que tu, incessantemente, lutas de forma emocional, apagando quase por completo qualquer réstia de razão de teu ser...
És imprevisível, a cada dia, um pouco mais, e assusta, como assusta conhecer-te, procurar conquistar teu ser e não conseguir, sequer, alcançar um pouco de ti...
Sim, és estrela, volátil, que olho de perto, que creio conhecer e distinguir entre milhões e que, levantando a mão, o mais alto que meu ser alcança, não toco sequer, porque teu viver é assim, brilhar num fogo inconstante, indomável... até que se existingue num suspiro e se torna em mais um pedaço de realidade que se desvanece num mar de pedra..."


excerto...

Máscaras de cera


"Posso caminhar por este mundo carregando nas mãos todas as máscaras que usei ao longo da minha existência. Umas, necessárias, a maioria, absolutamente, falsas. Mas, sejamos realistas, é mesmo isso que se espera de nós, que nos adequemos ao dia a dia, às situações, às pessoas, ao que se quer, se pretende. Tanto o fazemos que se torna natural e inevitável.

Sim, podemos admitir falsidade, podemos construí-la e vivê-la pois, no fundo, parte de nós é mesmo assim, volátil, imprevisível.

Contigo, no frente a frente, sinto que deixo de pertencer a esta ou outra qualquer realidade, que a vida me pesa tanto que me dispo dela e me deixo ser, simplesmente, no som do vento que passa por nós e nos transporta um pouco mais para quem somos.

Aqui, exactamente agora, sinto quebrar todas as máscaras que carregava comigo, e sinto que o mundo me invade e me liberta. Talvez, contigo, finalmente, renasça, verdadeiro, humano, real, mortal."


excerto...

Unpredictable


"De uma maneira ou de outra, a vida tem mesmo que ser imprevisível, caso contrário, morreríamos de tédio no mesmo momento em que nascemos.
Provavelmente, passaremos a maior parte dos nossos dias a tentar controlar, marcar a diferença, dominar... mas, no fim, ao adormecer, estamos exaustos de tantas batalhas e estamos vivos, porque a vida, mais uma vez, indubitavelmente, levou a melhor.
Incrível, como a derrota das nossas batalhas é a vitória de nossas vidas!"



Talvez, um excerto...

One more chapter


"Morrer todos os dias um pouco, sem dares por isso, indolor.

Perdes um pouco de ti, definhando, mas não sofres pois a ignorância é mais forte, controla mais além do sofrimento permanente que é viver.

A realidade está aí, em cada 'heartbeat' estás mais próximo do teu final, aquele que, provavelmente, silenciará a dor suprema e te fará, simplesmente, humano, perecível no tempo que percorres.

E, nesta existência, insistes em ludibriar teus passos, convencendo-te que poderás escapar àquilo que é teu destino final. Quantas vezes és incapaz de perceber que estás, aí, sentado, morrendo cada dia um pouco mais, porque viver é isso, perder sempre um pouco para conquistar um pouco mais, outra vez, um pouco mais.

Uma célula que se rende, uma nova que (re)nasce. Porque, assim, serás eterno, a cada instante, conquistas um pouco da tua própria eternidade, enquanto durar.

Não sofras, pela consciência de que morres um pouco todos os dias, porque o renascer está aí, a cada respirar, e a dor desvanecesse na luz de mais um dia, no aconchego de mais uma noite, na certeza de que nesta vida somos mais do que uma metamorfose constante.

Morrer todos os dias é acordar sabendo que vamos mudar, e lutar para que a mudança nos torne mais constantes, mais verdadeiros, mais únicos, mais humanos, mais nós."




excerto...


Give me...


some ideas!!!


feel


just... one moment... until it end's...













bahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh

e não, não é apenas um "acesso", é mesmo mau feitio

a verdade das coisas


sou demasiado exigente... com as coisas, com as pessoas, mas, sobretudo, comigo mesma...


sempre fui assim e, quer queira, quer não, é coisa que não vai mudar...


talvez por isso, tenho que admitir, comigo, ou é tudo, ou é nada... acho que me desabituei do conceito de meio termo... regra geral, acabo com as mãos vazias, mas, ao menos, continuo a ser eu mesma, não negando quem sou! mas, ao menos, lutei pelos meus princípios e não me deixei enganar pela ilusão de conquistar algo que, verdadeiramente, não me pertence!!!


há dias em que acordo e penso que estou muito errada... mas, estranhamente, chego ao fim desse mesmo dia, firme das minhas convicções...


sei os riscos que corro, sei muito bem viver com eles... como também sei que esta minha atitude é incompreensível para muitos... o que, quanto a mim, é perfeitamente compreensível... não, realmente, não ambiciono compreensão, mas, antes, respeito, afinal, acho que todos temos direito a isso!!


admito, não sou, de forma alguma, uma pessoa fácil... mas sei dar o melhor de mim aos outros, pelo menos, aquilo que sei ser capaz de dar, até ao meu limite... mais que isso, tem que ser negociado, e, negociações, comigo, tá visto, são difíceis... porque, aquela história, do copo meio cheio, ou meio vazio, realmente, não é pra mim... porque ou bem está cheio ou bem está vazio...







vá, isto foi apenas um acesso de mau humor... que eu também tenho direito a estas coisas, claro!!! :P

X capítulo


"Não há palavras, não as há, desnecessárias que são, nestes momentos... quando o silêncio tem tanto para dizer e não conseguimos ouvir mais do que as palavras perdidas que vamos soltando ao vento, à realidade, como que para enganar sussurros... calar o que não é pronunciado, porque, a (ir)realidade é essa mesma... de que as palavras aqui não existem, não as há."
excerto...

Just


give me light... I'll give you the sky!

That's ok...


is just a break...


see you... someday!!!

Changes happen

E esta, no blog, é graças a uma menina que tem um jeito incrível para fazer coisas lindas...
Hannah... OBRIGADA... este cantinho tem, agora, uma cara nova e única graças a ti!!!

Céus de tempestade


derrubando torres

Tirem-me a realidade
desconstruam-me as ficções
sob que me ergo,
que a queda me fará
renascer,
do fundo de mim mesma
onde, desconhecida,
revelo mais além de minh'alma.
Porque não sou única,
apenas mais alguém
que se perde em filosofias
emocionais.
Especial é quem nasce
em si mesmo a cada instante,
fiel.

Mais que céu e mar esta vida é terra, um dia firme... outro, desmoronar!






Experiência...

"não acredito em amores impossíveis, prefiro acreditar em amores improváveis... porque enquanto existir uma réstia de esperança, sei que podemos alcançar..."

...

fosse só dar música e fazer tango...

assim não é...

temos pena!!!

(ou talvez não... interessante, não achas?!)

:)

I know... you're the grinch of your own birthday... but, you know me...



:P




HAPPY BIRTHDAY, BOND!!!!



Kiss, IceKiss!!!!

um daqueles dias

em que percebemos que, de Inverno, as coisas fazem mais sentido...

Welcome to my world... of winters!!





"Every day we started fighting,

every night we fell in love

No one else could make me sadder,

but no one else could lift me high above."

consciência

de que entre dois mundos
não se contrói uma realidade
mas se ergue um limbo
de indefinição
de querer e não querer
de fingir não saber
que caminhando vou a lado algum
porque de indefinição
em indecisão
me deixo perder
em compasso
me deixo levar
numa música inventada
em momentos de silêncio

consciência
de um sufoco
está mais além do respirar

deitado ao vento...



Um dia vai acabar, e a vida mesma tratará de fazer desvanecer todas as ficções desta realidade construída.

Neste momento resta apenas a certeza de que um dos dois não existe.






excerto...

parar é morrer


num caminho sem retorno, submersos nas nossas próprias emoções...

porque não fomos concebidos para aceitar a letargia de quem somos e enfrentar o turbilhão do que sentimos..



parar é morrer, sentir é ser eterno...

slow motion show


feels like tango...

essência


por instantes acreditei que meu coração já não sabia bater...


até que encontrei um pouco de liberdade e o deixei voar...

quem já perdeu várias guerras sabe o verdadeiro valor da paz...

um dia paramos... e o mundo segue lá fora...

porque a nossa insignificância dá cor ao mundo, mas não o corrompe...




uma rosa protege sua beleza exposta com espinhos... talvez por isso eu nunca consiga ser a flor que pretendes... porque não faz parte de mim o oferecer-te algo volátil, efémero...

talvez seja, na verdade, um cacto, porque os espinhos que deixei que me rodeassem, me protegem... e a verdade, simplesmente, espera por ti no meu interior, longe dos olhares do mundo... afinal, a realidade e o mundo pouco me dizem... e para com eles não sinto qualquer responsabilidade ou obrigação...

há muito que assumi que estou aqui de passagem, por um capricho do futuro!

o preço da nossa humanidade é sempre mais alto para os outros...

pois, no nosso fim, são eles quem o pagam, a quem é cobrada a nossa fraqueza de ser perecíveis...

minha verdade


é aquela que quiseres ver, porque à distância a luz consegue deturpar...

um dia


o mundo na asas de uma borboleta...

magia

um dia, outro, depois... a magia irrompe em nós, simplesmente, como uma brisa que surge numa tarde de calor...

não tem explicação, nem dela precisa, porque, magia, é assim ser... livre, inesperada, única, inspirada...

numa música, num poema, num pôr-do-sol, numa carta perdida, num suspiro perdido entre passos...

magia... esta de sonhar, sem querer...


magia!!


:)

há momentos...

há momentos em que todos falhamos...

há momentos em que isso nos é permitido...

há momentos em que isso não faz sentido...

há momentos em que, simplesmente, acontece...

há momentos em que, verdadeiramente, não compreendemos...


e é por tudo isto que, no fundo, falhar, ser humanos, nos custa tanto...

Up side Down

há praí qualquer coisa que não está a correr bem!!!!






será que a terra mudou de órbita?!

Maus hábitos

"hoje perdoamos-te porque estás um bocadinho menos bem disposta do que é normal!"



pois... bem me parecia que havia criado uma qualquer ilusão... em que o eu ter maus dias (como toda a gente, de resto) não encaixava...


e se?! e se, este mau carácter fosse o meu verdadeiro eu?!


nada agradável, eu própria o sei... mas não deixa de ser genuíno!!!
Não deixa de ser estranho...



Mas faz parte, digo eu!!!

Casa de muita (pouca) gente

Toda a vida vivi rodeada de gente...
Hoje, aprendi a viver sozinha... e a escutar-me a mim mesma...

Estamos, portanto, numa fase de adaptação...

Em que quando me falta o silêncio, sinto que me perco na realidade...

Nunca antes senti que conseguia ver quem sou, ouvir-me, compreender-me... porque o mundo à volta sempre falou tão mais alto que eu, sempre exigente, sempre pedindo mais de mim...

Agora, simplesmente, consigo parar o meu tempo... para reflectir e conhecer alguém que, provavelmente, durante 26 anos viveu na minha própria sombra...



de tudo o que sou há algo inegável... sou uma coincidência... em muitas existências, para muitas pessoas, mas, sobretudo, para mim mesma... porque, num momento particular, coincidiu...




warning sign

é conhecida a minha estranha aptência para escrever, por vezes, mais além do que sinto... numa espécie de inflação desmesurada...

sei que às vezes confunde, preocupa, mas, meus amigos, não há razão para temer... porque muito embora por vezes me perca noutras (ir)realidade, isso, é, simplesmente, a revelação de uma parte de mim, de quem sou...
por vezes, facilmente me perco em ilusões, em realidades que não existem, que nem são imaginadas sequer, mas, já se sabe... that's who I'm really am...

conhecer-me, é fácil... compreender-me, complicado... ter certezas em relação a mim, impossível...

por alguma coisa eu digo que tenho mau feitio... porque embora seja uma pessoa bem disposta e acessível, não há forma de me prender ou controlar... de me fazer, simplesmente, parar, estagnar no que sou e no que quero...

sou mais um pequeno balão colorido que quando damos por ela, já se perdeu num imenso céu!!

:)

(dis)simula(n)do

Por vezes dou por mim a pensar que o meu momento para sonhar acabou lá trás, mesmo antes de perceber que o poderia fazer.

Procuro obrigar-me a viver, simplesmente, uma realidade que não me preenche que me deixa completamente vazia e não consigo, apenas, fazer de conta que não sei sonhar, que não o quero fazer.
Sei que vivo mais na ilusão que na realidade conhecida, que vou levitando pela existência sem me prender a nada nem a ninguém, mas o que procuro não está aqui, não se revela em olhares vulgares, diários, frutos de rotina, encontros casuais.
Há momentos, em que a realidade se impõe e me derruba, esforço “inecessário”, já que não caminho com ela a meu lado, mas longe, cada vez mais longe.
Sei que estou perto de um abismo, sem retorno, sem salvação possível, mas recuso-me a vender meus sonhos, minha capacidade de sonhar por um pouco de calma, numa realidade que não me preenche, não me dá vida.


Ténue fronteira me separa de quem sou, porque, neste mundo, o ser não tem lugar, corrompidos que estamos pelo que parecemos, pelo que queremos parecer.

Palavra loucura, atravessa-se no meu caminho a cada passo que me afasta, um pouco mais, talvez demasiado rapidamente, da realidade que se constrói diariamente lá fora.
Sei que não pertenço aqui, nem a lado nenhum, sei que meu caminho está longe dos que atravesso e não consigo, ainda assim, parar, não consigo, simplesmente, admitir uma derrota que não procurei, que não quero, que as circunstâncias me querem impor e eu me recuso a aceitar.
Sei que nego o que fui construindo, e não faz sentido, sei que não, mas, ainda assim, a necessidade de me libertar é maior, porque estou cansada, de enganar, de me enganar, apenas, simplesmente, porque queria um sorriso, para dar, para mostrar, e nessa letargia me esqueci do que é, realmente, sorrir.

Um dia aconteceria, acordar, e perceber que vivi este jogo por demasiado tempo, que acreditei demasiado nas pessoas, no sentir, no viver que achava que era o certo, o correcto, o socialmente aceite. Um dia acordei e percebi que a rotina não me preenche, apenas me move, levemente, sem nunca me prender o suficiente como para me fazer esquecer quem sou de verdade, a minha essência que procurei corromper, com falsas palavras, com sentimentos que nunca existiram porque, por demasiado tempo, me iludi, desacreditei meus valores, meus sonhos, meus sentires.

Chegada a este ponto, pergunto a mim mesma que quero, que procuro, que me falta de tal forma que me limita a uma carência de viver, de sentir. A resposta conheço-a, talvez, demasiado bem. Falta-me um olhar, uma voz, simplesmente, que dê sentido aos meus dias, ao acordar, ao viver.
Não vivo o desespero de não encontrar, vivo, apenas, a certeza de não conseguir abdicar disso, de não conseguir minimizar, fazer desta busca algo trivial.

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Bate certo, talvez não, pensando bem, mas, aos poucos, sinto que me invade a inconstância de outros tempos que julgava já, ultrapassada. Confiei demasiado nisso, creio, ingenuamente, talvez.
Acreditei, genuinamente, que o tempo faria meu coração fechar-se, em vontade própria.
Contudo, o tempo prega-nos partidas e da mesma forma que nos convence que nos cura, causa-nos feridas mais profundas do que pensaríamos.
Iludi-me, todo este tempo, iludi-me, num jogo de esconde, em que eu era presa e predador, em que jogava contra mim, a meu favor. Um dia, simplesmente, o jogo terminou, da mesma forma que começara, sem aviso, nem contemplações.
É irónico, olhar e ver, realmente, aquilo em que me transformei, um sorriso falso, um viver de faz-de-conta, e perceber que o tempo não me vai devolver o que perdi, o que deixei que se perdesse.
Agora?!
Pergunta estranha, esta, que ecoa a cada passo. Sempre disse viver o momento, sem passado nem futuro, apenas presente e a verdade é que não compreendo o que significa este agora, este momento, exacto, real, incessante.
Por vezes, sinto que sou eu e mais alguém, porque uma pessoa só não é assim, não tem tanta coisa a dizer a si mesma, suspeito.
Surge-me a sugestão de que caminho num limbo de loucura, um momento, lúcida, outro, na penumbra. Hoje, sinceramente, não consigo discernir em qual momento sou eu, verdadeiramente, se lucidez, ou nublosa.

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Esta voz que bate cá dentro, numa melodia inconstante, é surda, completamente surda, porque apenas, fala e fala, atormentando, mas não me ouve, não me dá respostas, apenas enuncia as mesmas perguntas uma e outra vez, como se essa fosse apenas a sua função.
Este olhar que contempla o mundo é cego, indubitavelmente cego, porque olha, incessantemente, mas não vê, não consegue discernir mais além do imediato, do dia atrás da noite, da sucessão de minutos. Não consegue parar e perceber o que se revela por detrás deste falso cenário em que me movo, limita-se a aguardar que um dia desapareça de cena e tudo se lhe apresente límpido e constante, não procura rasgar, apagar, destruir essas pinceladas que constróem uma realidade inexistente.

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------







:)
um obrigado ao "gajo da concorrência" por ter a paciência de me aturar, em horário laboral, as minhas neuras "à l'e-mail"!!!






!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Há vezes...

em que vejo as coisas em "slow motion" porque as quero guardar perfeitamente lúcidas na memória!!!




Como se isso fizesse a diferença?!







na verdade, não a faz, mas, pelo menos, faz-me viver os momentos de outra forma!!!





Partimos em vantagem quando a minha lúgrebe disposição desaparece de um dia para outro!!!

Poderá ser vantajoso, admito, mas não evita que me sinta frustrada como a minha (im)própria capacidade de facilmente deixar de me arrastar pelo que me perturba!!!

Wanna change that?!
Seria bom que, por uma vez, conseguisse contrariar esta patologia estúpida que me faz sorrir mesmo quando parece que me vou quebrar!!

Voltou - a inspiração! :P

“la formula exata de la realidad”

Por momentos volto a acreditar que escrevendo encontrarei a chave que abrirá as portas que me impedem se seguir em frente, a caminho de mim mesma.Neste misto de medo e ilusão procuro a fórmula que me permita libertar o que levo cá dentro, calando há já muito tempo, tantos quantos meus dias desde que despertei para a vida, num momento preciso em que entrei nesta realidade estranha, inimiga.
Será que algo em mim está quebrado e não me permite o sentimento de plenitude?!Será que estas palavras lançadas à realidade mais não são do que o vazio desproporcionado de um espirito imaturo?!
Por vezes acredito que minha alma tem uma janela aberta, que não consigo fechar e que apenas a conseguirei dominar com outra presença que não a minha, como se a minha força própria fosse insuficiente para a fechar de uma vez por todas.
De analogia em analogia procuro, simplesmente, uma resposta em mim mesma porque independentemente do meu “sofrimento” recuso-me a aceitar que preciso de alguém, que a dependência faz parte da minha essência porque embora arraste este sentimento à anos acredito que sozinha serei capaz de traçar meu rumo e o concretizar.
Será esta crença mais uma teimosia de menina mimada?!
Não sei...
Porque sei que esta realidade em que vivo não é a minha, sei que quem vejo todas as manhãs no espelho não sou eu, mas um holograma que projecto em mais uma tentativa de me enganar, de me convencer de que o que faço é o correcto, para mim, quando, bem no fundo, sei que não, que o que aparento não é correcto para ninguém e, para mim, é apenas letal, um veneno que vou ingerindo por vontade própria numa estranha tentativa de viver sufocando-me aos poucos.

Nos dias que correm

é sempre bom ver que embora continuemos a ser exigentes, com os outros, mas, sobretudo, connosco, conseguimos levantar o olhar e sorrir com coisas "pequenas" às quais aprendemos a dar o seu verdadeiro valor, significado!!!

:)

Happy, must say!!!!

Momentos incríveis
















Hoje, é um início, amanhã, uma continuação, diariamente, um desafio... porque é assim que a vida se constrói, é assim que me faz crescer, porque a vida é plena de incertezas, e, por isso, não deixará, nunca, de nos surpreender!!!

Bem-vindos aos meu mundo!!!!